Influência da Mídia na Alimentação

A alimentação de um indivíduo é construída com o passar do tempo e com a influência de alguns fatores, como cultura, ambiente familiar e social. Valores que são, inclusive, influenciados pela mídia, uma importante ferramenta que conduz as informações à população. Essa influência pode ser positiva ou negativa.
O marketing usufrui da mídia para atingir públicos de todas as faixas etárias, sendo as crianças as mais prejudicadas. Elas ainda estão com seus hábitos e personalidades em formação, apresentando extrema vulnerabilidade psicológica e social. Crianças são incapazes de formar opinião crítica, o que facilita a manipulação e a inclusão de ideias inadequadas em suas mentes.
O marketing usufrui da mídia para atingir públicos de todas as faixas etárias, sendo as crianças as mais prejudicadas. Elas ainda estão com seus hábitos e personalidades em formação, apresentando extrema vulnerabilidade psicológica e social. Crianças são incapazes de formar opinião crítica, o que facilita a manipulação e a inclusão de ideias inadequadas em suas mentes.
Atualmente, nos deparamos com uma transição. A mídia era alvo de alimentos ricos em açúcares e gorduras, além do aumento no tamanho das porções, o que agravava ainda mais o sistema de saúde pública. Hoje, já é possível assistir propagandas e reportagens s
obre alimentos saudáveis, principalmente aqueles que previnem alguma doença, como câncer, diabetes, obesidade, etc. O Ministério da Saúde e a ANVISA são responsáveis por parte dessa transição, visto que eles utilizam a televisão a fim de informar a população. Além disso, têm realizado fiscalizações permanentes, como foi o caso da exigência de modificação das embalagens de bebidas gaseificadas que lembravam embalagens de água mineral, induzindo ao consumo das mesmas em detrimento à ingestão de água. Contudo, as propagandas de alimentos com alta densidade calórica, lipídica e de açúcares continuam em alta.
Outro fato marcante é que grandes empresas de fast foods já se preocupam em variar a oferta de alimentos, oferecendo saladas e frutas em seus cardápios. Isso é consequência do aumento da preocupação com a saúde por parte da população, visto que pessoas conscientes e mais exigentes geram melhora na oferta de serviços.
Estudos mostram que a população tem alto índice de lembrança sobre as informações abordadas pelos meios de comunicação e, por isso, as linguagens sedutoras e o forte poder de persuasão deveriam ser utilizados para valorizar a alimentação saudável, ou seja, a água, as frutas e verduras em geral, leite e derivados, os alimentos orgânicos e desprender-se de bebidas alcoólicas e gaseificadas, alimentos hipercalóricos, etc.
A mídia das grandes empresas de alimentos industrializados e fast foods é muito forte, e isso faz com que as ações benéficas do governo ainda sejam insuficientes para evitar o aumento dos casos de doenças crônicas não-transmissíveis. Ainda é necessário dedicação de maior tempo de publicidade aos alimentos saudáveis.
Em suma, a importância da divulgação de hábitos alimentares saudáveis na mídia é clara, mas não é suficiente para mudança de hábitos. A mudança de comportamento depende muito de força de vontade, do apoio da família e dos pais na formação de bons hábitos alimentares das crianças e, dependendo do caso, do acompanhamento multiprofissional, com nutricionista e psicólogo.
Aproveite esta leitura para assinar o "Manifesto pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil", e contribua para a redução da publicidade abusiva voltada ao público infantil. Assim como as propagandas de cigarro são proibidas na televisão brasileira, e avenda brinquedos junto a refeições não nutritivas e saudáveis é proibida em fast foods na Califórnia,este pode ser mais um passo para a formação de uma legião de brasileiros mais saudáveis. Participe!
Autor: Apoena Mendonça
obre alimentos saudáveis, principalmente aqueles que previnem alguma doença, como câncer, diabetes, obesidade, etc. O Ministério da Saúde e a ANVISA são responsáveis por parte dessa transição, visto que eles utilizam a televisão a fim de informar a população. Além disso, têm realizado fiscalizações permanentes, como foi o caso da exigência de modificação das embalagens de bebidas gaseificadas que lembravam embalagens de água mineral, induzindo ao consumo das mesmas em detrimento à ingestão de água. Contudo, as propagandas de alimentos com alta densidade calórica, lipídica e de açúcares continuam em alta.Outro fato marcante é que grandes empresas de fast foods já se preocupam em variar a oferta de alimentos, oferecendo saladas e frutas em seus cardápios. Isso é consequência do aumento da preocupação com a saúde por parte da população, visto que pessoas conscientes e mais exigentes geram melhora na oferta de serviços.
Estudos mostram que a população tem alto índice de lembrança sobre as informações abordadas pelos meios de comunicação e, por isso, as linguagens sedutoras e o forte poder de persuasão deveriam ser utilizados para valorizar a alimentação saudável, ou seja, a água, as frutas e verduras em geral, leite e derivados, os alimentos orgânicos e desprender-se de bebidas alcoólicas e gaseificadas, alimentos hipercalóricos, etc.
A mídia das grandes empresas de alimentos industrializados e fast foods é muito forte, e isso faz com que as ações benéficas do governo ainda sejam insuficientes para evitar o aumento dos casos de doenças crônicas não-transmissíveis. Ainda é necessário dedicação de maior tempo de publicidade aos alimentos saudáveis.Em suma, a importância da divulgação de hábitos alimentares saudáveis na mídia é clara, mas não é suficiente para mudança de hábitos. A mudança de comportamento depende muito de força de vontade, do apoio da família e dos pais na formação de bons hábitos alimentares das crianças e, dependendo do caso, do acompanhamento multiprofissional, com nutricionista e psicólogo.
Aproveite esta leitura para assinar o "Manifesto pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil", e contribua para a redução da publicidade abusiva voltada ao público infantil. Assim como as propagandas de cigarro são proibidas na televisão brasileira, e avenda brinquedos junto a refeições não nutritivas e saudáveis é proibida em fast foods na Califórnia,este pode ser mais um passo para a formação de uma legião de brasileiros mais saudáveis. Participe!
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Segundo a
coordenadora de nutrição geral do Portal, Nut. Esp. Sheyla Andreola, essa é
sem dúvida uma luta desigual: a pequena ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL × o gigante
ALIMENTOS “NÃO SAUDÁVEIS”. A forma extremamente sedutora como esses alimentos
nos são apresentados incessantemente pela mídia, engana e seduz até o mais
bem intencionado consumidor. No geral, nossa cultura alimentar é um tanto
frágil, o que nos torna muito vulneráveis. Poucos são os pais que persistem
passando a seus filhos de maneira carinhosa e sábia os alimentos que seus
pais e avós usavam. E muitos são os que se deixam seduzir pela beleza,
facilidade, falso sabor de alimentos que nos são impostos não se sabe bem por
quem e nem por que. Seria interessante começar esse questionamento por algo
tão fundamental que é aquilo que comemos, e quem sabe seguir questionando
sobre a forma pouco preventiva como muitos de nós cuidam da saúde, e ainda
seguir esse caminho em direção a uma posição de maior questionamento em
substituição a de aceitação passiva.
Contato: sheyla@nutricaoemfoco.com.br |
Email: apoena@nutricaoemfoco.com.br
Postado por Elna Andrade

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